sexta-feira, 13 de julho de 2012

Pesquisa Interativa com Jovens

Após a leitura do texto em sala de aula, foi feito uma atividade onde deviam ser elaboradas questões com respostas objetivas sobre o tema do texto e pergunta-las aos alunos da escola. As perguntas eram as seguintes:

Primeira Pergunta: você mora com seus pais ou responsáveis?
Segunda Pergunta: você recebe mesada dos seus pais ou responsáveis?
Terceira Pergunta: sua família tem problemas financeiros?
Quarta Pergunta: você acha que merece o que ganha dos seus pais ou responsáveis?
Quinta Pergunta: você já trabalhou ou trabalha?
Sexta Pergunta: você conversa com seus pais ou responsáveis sobre sua vida?
Sétima Pergunta: você acha sua vida fácil?
Oitava Pergunta: existem constantes brigas na sua família ou casa?
Nona Pergunta: essas brigas tem influência financeira?
Décima Pergunta: você aceita o que os seus pais ou responsáveis te impõem?

as respostas foram feitas em foram representadas em forma de gráfico logo abaixo:

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Legalização da Maconha

    O grupo discutiu sobre a legalização da maconha,e como todos os grupos tivemos os a favor a causa e os contra. Esse é um assunto onde exitem vários pós e contras então o debate foi inteiramente sobre essa questão de legalizar ou não e por quê.
    O grupo ficou dividido em três, os que são a favor da legalização, os que são contra, e os que são a favor do uso medicinal da planta. Quem era a favor alegou que com a legalização diminuiria altamente o trafico de maconha, e o dinheiro antes gasto em "bocas" para comprar drogas seria uma parte dela indo para o governo ou para farmácias que supostamente venderiam a droga para o uso recreativo. Mesmo com o que dizem que o dinheiro público não é usado corretamente no estado, é melhor eles irem parar no governo do que na mão de traficantes. A parte do grupo que ficou contra disse que o trafico continuaria a existir,e como o cigarro, faria mal para as pessoas que estão a volta de um usuário, fazendo com que se tornem usuários passivos da droga, o que essa parte do grupo disse que faria mal a saúde. A outra parte do grupo como o nome já diz é que quer legalizar para o uso medicinal, que fosse licenciado apenas com receita medica para tratamentos.
     Concluímos que a legalização da maconha é um assunto que gera muita discussão hoje e sempre trará controversas. Discutindo este assunto descobrimos que nunca poderíamos chegar em uma unanimidade  pois como todas as causas e leis sempre terão os seus apoiadores e os que são contra.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Dia dos Namorados e o "Valentine's Day"

Dia dos Namorados, isso mesmo... Aquela data onde todos os apaixonados demonstram através de tradicionais trocas de presentes, bombons e cartões com mensagens de amor entre os namorados ou pessoas que se amam. No Brasil, o Dia dos Namorados é comemorado no dia 12 de junho. Em outros países como EUA, Canadá e Portugal, esta data comemorativa é realizada no dia 14 de fevereiro.


A Data no Brasil é relativa ao Santo Antônio, que é considerado o "santo casamenteiro", pois ele pregava muito sobre a importancia do amor e do matrimonio. Portanto, no Brasil a data foi escolhida por ser vespera do dia de Santo Antônio(dia 13 de julho).

Nos estados unidos, por exemplo, a data é comemorada de uma forma diferente, o que no Brasil poderia ser visto de forma estranha. Lá eles comemoram o "Valentine's day" como um dia para todos os tipos de casais, sejam eles de amigos ou propriamente namorados, dando chocolates e outros presentes. Enquanto no Brasil, a data, como o seu próprio nome diz, é direcionado exclusivamente ao público de "namorados" se tornando mais propriamente uma data comercial do que uma data "sentimental", embora a mídia tente passar isso.

O "Valentine's day", que é comemorado nos outros paises, é relacionado a história do São Valentim, que, era Bispo e queria realizar casamentos, mas foi vetado pelo imperador Romano Claudius II. Porém, o bispo desrespeitou a ordem e continuou celebrando matrimônios secretamente. Por isso foi preso por soldados e condenado a morte. Enquanto estava na prisão, recebeu vários cartões e bilhetes de jovens apaixonados, valorizando o amor, a paixão e o casamento. Sua morte ocoreu no dia 14 de fevereiro do ano de 270,  decaptado.

A data da comemoração foi fixada em 14 de junho na Europa e, posteriormente, nos Estados Unidos.


quinta-feira, 10 de maio de 2012

A importância da participação do Jovem na escolha dos Dirigentes do País:

É essencial que o jovem participe da escolha dos governantes do pais, pois os jovens tem o direito e o dever de decidir quem governa o Estado, porque, os jovens que estão aptos a votar estão no mercado de trabalho e o governo influencia muito no sistema financeiro, assim alterando as possíveis áreas onde os jovens podem atuar.
O Governo também é essencial pois depende do mesmo deixar o mercado de trabalho mais competitivo. Pois se baixar os juros de alguns produtos, o consumo tende a aumentar, assim fazendo com que as fabricas aumentem sua produção pra dar vazão ao consumo dos seus produtos. Gerando mais empregos na produção e na venda dos mesmos.
Em minha opinião, também é importante pois tem governos que focam mais no estimulo ao primeiro emprego dos jovens, disponibilizando um melhor ensino público e cursos técnicos, para deixar esse jovem um cidadão mais apto a atuar em determinadas áreas.
Os jovens tem o dever de manterem-se sempre bem informados e envolvidos na política e nos candidatos do seu Estado.
Por esses e por outros vários motivos eu acredito que o jovem tem sim uma enorme importância na escolha dos dirigentes do País.

Por Vinícius Vitelo.

Texto Recuperação

Desde que o jovem obteve a possibilidade de votar aos 16 anos, os cartorios eleitorais fazem campanhas para que os titulos sejam feitos com essa idade já que a obrigatoriedade é apartir dos 18 anos.
Tem muita gente que quando completa 16 anos quer começar a votar, pois acha que o seu voto vai mudar o futuro do país porém eu acho que nessa idade a maioria dos adolescentes não tem maturidade para receber esta responsabilidade pois são facilmente manipulados pela midia ou até pelas pessoas do seu convivio assim acabam não tendo vontade propria de voto mesmo achando que têm, eles votam em pessoas que seus amigos e familiares votam e nem se quer sabem o que esse candidato faz ou deixa de fazer. Assim ao inves de mudar as eleições para melhor ela é mudada para pior colocando pessoas desonestas no poder.
Por isso eu sou contra esse voto ser liberado para menores de idade, por que acho que com a maior idade, nós adolescentes, já temos mais experiencia e maturidade na vida podendo assim escolher melhor o candidato, apesar de achar que muitos adolescentes são mais maduros que muitos adultos por ai.
Por outro lado a maioria dos adolescentes que eu conheço assim como eu, não tem interesse na politica e optam por nao votar.
Sendo assim como a maioria do voto do adolescente não vem da sua propria opinião não vai ter diferença no futuro.

Por Leonardo Prass Pires

terça-feira, 10 de abril de 2012

Opinião sobre o livro "Bases para sua conduta"

Ao que o livro “Bases para sua conduta” diz que a logosofia é como se fosse uma base para nós seguirmos em nossa vida. Nós criticamos de forma negativa, pois quando após o término da leitura não nos identificamos.

O livro trata do que devemos fazer em cada uma das situações de nossas vidas, formando uma pirâmide de relações. Nessa pirâmide Deus, independente de nossas religiões, está no topo.  Avaliamos que esse pensamento está equivocado. A nossa opinião é que “não importa a fé, ou a falta dela que nos faça com que sejamos felizes.

Também discordamos do autor onde ele dissera que “não podemos confiar em ninguém”. Muitas vezes precisamos de uma “carga” de confiança em si mesmo e das pessoas com que convivemos, pois se não confiarmos em ninguém, não teremos com quem dividir essa “carga”, e logo, não conseguiremos aguentar e enlouqueceremos.

Por mais que não concordemos com as idéias do autor, onde diz as melhores formas de conduta na visão dele, havemos de respeitá-la porque cada um contém sua opinião própria e é isso que faz com que tenhamos um olhar crítico para os fatos.

segunda-feira, 19 de março de 2012

A invenção do milênio - Luis Fernando Veríssimo


"Qual foi a maior invenção do milênio? Minha opinião mudou com o tempo. Já pensei que foi o sorvete, que foi a corrente elétrica, que foi o antibiótico, que foi o sufrágio universal, mas hoje ― mais velho e mais vivido ― sei que foi a escada rolante. Para muitas pessoas, no entanto, a invenção mais importante dos últimos mil anos foi o tipo móvel de Gutemberg. Nada influenciou tão radicalmente tanta coisa, inclusive a religião (a popularização e a circulação da Bíblia e de panfletos doutrinários ajudaram na expansão do protestantismo), quanto a prensa e o impresso em série. Mas há os que dizem que a prensa não é deste milênio, já que os chineses tiveram a idéia de blocos móveis antes de Gutemberg, e antes do ano 1001, e que ― se formos julgar pelo impacto que tiveram sobre a paisagem e sobre os hábitos humanos ― o automóvel foi muito mais importante do que a tipografia. O melhor teste talvez seja imaginar o tempo comparativo que levaríamos para notar os efeitos da ausência do livro e do automóvel no mundo. Sem o livro e outros impressos seríamos todos ignorantes, uma condição que leva algum tempo para detectar, ainda mais se quem está detectando também é ignorante. Sem o automóvel, não existiriam estradas asfaltadas, estacionamentos, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo e provavelmente nem os Estados Unidos, o que se notaria em seguida. É possível ter uma sociedade não literária, mas é impossível ter uma civilização do petróleo e uma cultura do automóvel sem o automóvel. Ou seja: nós e o mundo seríamos totalmente outros com o Gutemberg e sem o automóvel, mas seríamos os mesmos, só mais burros, com o automóvel e sem o Gutemberg.
Minha opinião é que as grandes invenções não são as que saem do nada, mas as que trazem maneiras novas de usar o que já havia. Já existia o vento, faltavam inventar a vela. Já existia o bolor do queijo, faltava transformá-lo em penicilina. E já existia a escada, bastava pô-la em movimento. Tenho certeza que se algum viajante no tempo viesse da antiguidade para nos visitar, se maravilharia com duas coisas: o zíper e a escada rolante. Certo, se espantaria com o avião, babaria com o biquíni, admiraria a televisão, mesmo fazendo restrições à programação, teria dúvidas sobre o microondas e o celular, mas adoraria o caixa automático, mas, de aproveitável mesmo, apontaria o zíper e a escada rolante, principalmente esta. Escadas em que você não subia de degrau em degrau, o degrau levava você! Nada mais prático na antiguidade, onde escadaria era o que não faltava. Com o zíper substituindo ganchos e presilhas, diminuindo o tempo de tirar e botar a roupa e o risco de flagrantes de adultério e escadas rolantes facilitando o trânsito nos palácios, a antiguidade teria passado mais depressa, a Idade Moderna teria chegado antes, o Brasil teria sido descoberto há muito mais tempo e todos os nossos problemas já estariam resolvidos ― faltando só, provavelmente, a reforma agrária. 
É claro que esse tipo de raciocínio ― que invenções fariam mais falta, não num sentido mais nobre, mas num sentido mais prático ― pode ser levado ao exagero. Não seria difícil argumentar que, por este critério, as maiores invenções do milênio foram o cinto e o suspensório, pois o que teriam realizado Gutemberg e o restante da humanidade se tivessem de segurar as calças por mil anos? Já ouvi alguém dizer que nada inventado pelo homem desde o estilingue é mais valioso do que o cortador de unhas, que possibilitou às pessoas que moram sozinhas cortar as unhas das duas mãos satisfatoriamente, o que era impossível com a tesourinha. Tem gente que não consegue imaginar como o homem pôde viver tanto tempo sem a TV e uma geração que não concebe o mundo sem o controle remoto. E custa acreditar que nossos antepassados não tinham nada parecido com tele-entrega de pizza.
Minha opinião é que as grandes invenções não são as que saem do nada, mas as que trazem maneiras novas de usar o que já havia. Já existia o vento, faltavam inventar a vela. Já existia o bolor do queijo, faltava transformá-lo em penicilina. E já existia a escada, bastava pô-la em movimento. Tenho certeza que se algum viajante no tempo viesse da antiguidade para nos visitar, se maravilharia com duas coisas: o zíper e a escada rolante. Certo, se espantaria com o avião, babaria com o biquíni, admiraria a televisão, mesmo fazendo restrições à programação, teria dúvidas sobre o microondas e o celular, mas adoraria o caixa automático, mas, de aproveitável mesmo, apontaria o zíper e a escada rolante, principalmente esta. Escadas em que você não subia de degrau em degrau, o degrau levava você! Nada mais prático na antiguidade, onde escadaria era o que não faltava. Com o zíper substituindo ganchos e presilhas, diminuindo o tempo de tirar e botar a roupa e o risco de flagrantes de adultério e escadas rolantes facilitando o trânsito nos palácios, a antiguidade teria passado mais depressa, a Idade Moderna teria chegado antes, o Brasil teria sido descoberto há muito mais tempo e todos os nossos problemas já estariam resolvidos ― faltando só, provavelmente, a reforma agrária.

E o Homem do milênio? Se não foi o Gutemberg, quem foi?

Também depende dos critérios. Se o fato mais importante do mundo no fim do milênio é a globalização, então devemos honrar o homem que começou tudo isso: Gengis Khan. Foi ele que convocou as tribos das estepes e avançou contra o Ocidente, unindo a Europa no susto. Antes da ameaça dos mongóis, no século 13, a Europa era uma coleção de Estados monárquicos e papais em conflito, sem qualquer identidade continental ou interesse no restante do mundo. Gengis e seus ferozes descendentes mudaram tudo isto. Criaram entre os europeus a idéia de uma identidade comum, despertaram o seu interesse no Oriente e em outros povos e foram os responsáveis indiretos pelo Renascimento, no século seguinte. E dizem que foi um neto do grande Khan, ao reclamar da falta de gosto da comida européia antes de decapitar um garçom, que deflagrou a grande busca por especiarias que levou aos descobrimentos, ao comércio internacional e à civilização como nós a conhecemos. Nós, literalmente, não estaríamos aqui se não fosse o Gengis Khan. E a mulher do milênio, claro, é a Patrícia Pillar."

 E quanto a nós? Só nos resta comentar.


Para nós a grande invenção do milênio foi a máquina de lavar-roupas. Como aquilo poupou trabalho, não acha?!
E se precisássemos lavar nossas roupas a mão até hoje? E quanto aos calos, rugas, e o tempo perdido lavando roupas?
Ficou tudo muito mais prático. Mas nada disso poderia ser feito sem um computador ao lado, eletricidade e água. O computador também foi uma das coisas que mais poupou tempo, e trabalho. Hoje em dia todos nós temos acesso a informações com um clique. E por isso, creio que "as invenções do milênio" foram a máquina de lavar e o computador. Pois com o computador, nós podemos nos informar, comunicar e muitas outras coisas em fração de segundos. E com a máquina de lavar-roupas economizamos o tempo que demorávamos lavando roupas, podemos fazer muitas outras coisas simultaneamente. Tudo o que precisamos fazer é girar um botão e pronto! É só estender!